Este artigo tem a intenção de chamar a atenção para o trabalho pastoral nas cidades, onde a percepção da pós-modernidade é maior, onde o caos do desenvolvimento, e crescimento urbano é experimentado, onde a reflexão sobre o contexto deve ser constante. O pastor urbano é desafiado a analisar seu trabalho mediante os novos rumos e perspectivas que as cidades oferecem as pessoas e as igrejas.

CONSIDERAÇÕES SOBRE PÓS- MODERNIDADE E O CAOS

O relativismo pós-moderno:

“O conceito de pós-modernidade tornou-se nos últimos anos, um dos mais discutidos nas questões relativas à arte, à literatura ou à teoria social, mas a noção de pós-modernidade reúne rede de conceitos e modelos de pensamento em “pós”, dentre os quais podemos elencar alguns: sociedade pós-industrial, pós-estruturalismo, pós-fordismo, pós-comunismo, pós-marxismo, pós-hierárquico, pós-liberalismo, pós-imperialismo, pós-urbano, pós-capitalismo. A pós-modernidade coloca-se também em relação com o feminismo, a ecologia, o ambiente, a religião, a planificação, o espaço, o marketing, a administração. O geógrafo Georges Benko afirma que o “pós” é incontornável, o fim do século XX se conjuga em “pós”. Mal estar ou renovação das ciências, das artes, da filosofia estão em uso. As características da pós-modernidade podem ser resumidas em alguns pontos: propensão a se deixar dominar pela imaginação das mídias eletrônicas; colonização do seu universo pelos mercados (econômico, político, cultural e social); celebração do consumo como expressão pessoal; pluralidade cultural; polarização social devido aos distanciamentos acrescidos pelos rendimentos; falências das meta-narrativas emancipadoras como aquelas propostas pela Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. A pós-modernidade recobre todos esses fenômenos, conduzindo, em um único e mesmo movimento, à um a lógica cultural que valoriza o relativismo e a (in)diferença, a um conjunto de processos intelectuais flutuantes e indeterminados, á uma configuração de traços sociais que significaria a erupção de um movimento de descontinuidade da condição moderna: mudanças dos sistemas produtivos e crise do trabalho, eclipse da historicidade, crise do individualismo e onipresença da cultura narcisista de massa. Em outras palavras: a pós-modernidade tem predomínio do instantâneo, da perda de fronteiras, gerando a ideia de que o mundo está cada vez menor através do avanço da tecnologia. Estamos diante de um mundo virtual, imagem, som e texto em uma velocidade instantânea. No campo urbano a cidade é vendida aos pedaços porque nela há caos e desordem: padrões de diferentes graus de complexidade: o efêmero, o fragmentário, o descontínuo, o caótico predomina.” [1]

Falta de absolutos:

            “O momento pós moderno é uma sensibilidade cultural sem absolutos, sem certezas e sem bases fixas, que se deleita no pluralismo e na divergência, e que tem como meta pensar através da radical relatividade situacional de todo pensamento humano.” [2]

Ausência de valores:

“A pós modernidade passeia pela ávida sociedade de consumo, agora na fase do consumo personalizado, que tenta a sedução do indivíduo isolado até arrebanha-lo para sua moral hedonista – os valores calcados no prazer de usar bens e serviços. A fábrica, suja, feia, foi o templo moderno; o shopping, feérico (fantasioso – mágico) em luzes e cores, é o altar pós-moderno. O pós-modernismo ameaça encarnar hoje estilos de vida e de filosofia nos quais viceja uma ideia tida como arqui-sinistra: o niilismo (aniquilamento), o nada, o vazio, a ausência de valores e de sentido para a vida. Mortos, Deus e os grandes ideais do passado, o homem moderno valorizou a Arte, a História, o Desenvolvimento, a Consciência Social para se salvar. Dando adeus a essas ilusões, o homem pós-moderno já sabe que não existe Céu nem sentido para a História, e assim se entrega ao presente e ao prazer, ao consumo e ao individualismo.” [3]

Negação de valores e princípios:

            “Pós-modernidade é uma atitude intelectual que se expressa numa série de expressões culturais que negam os ideais, princípios e valores que constituem o suporte da cultura ocidental moderna. É uma época que está emergindo, substituindo aquela em que estamos inseridos, moldando cada vez mais nossa sociedade.” [4]

Era da tecnologia:

“Vivemos em uma sociedade que produziu a tecnologia da informação: Não há somente revistas, jornais, cinemas e TV, mas também a Internet, aparelhos de fax, entradas para CDs, e-mails…e a lista continua. Somos constantemente bombardeados por informações de todos os tipos. Esta sobrecarga de informação tem levado muitas pessoas a desistirem de tomar decisões da forma antiga e racional.” [5]

O absoluto é descartado:

            “Uma característica da pós-modernidade é a não aceitação do absoluto: “As pessoas estão descartando casualmente os absolutos morais que sempre eram honrados. “Os crentes serão denunciados por pensarem em uma única verdade.” [6]

A verdade não existe:

            “Para o pós-modernismo a única verdade é que não existe verdade.” [7]

A DIFÍCIL TAREFA DE PASTOREAR NA PÓS MODERNIDADE

Diante dessas definições fica claro que trabalho pastoral não é e nunca será fácil, especialmente em áreas urbanas – no caos das cidades.  O pastor deve refletir sobre esse seu contexto, seu momento histórico, seus desafios e problemas contemporâneos, a fim de que seu ministério seja ético, compassivo, relevante e solidário. Segundo o Pastor David Fisher: “Os pastores que souberem discernir o seu tempo irão, no nome de Deus e seu poder, estabelecer igrejas poderosas, onde os valores do evangelho serão abraçados, ensinados e vividos.” [8]

OS PERIGOS, O CAOS E A FALTA DE REFLEXÃO MINISTERIAL

Os perigos estão na forte possibilidade do ministério pastoral se tornar um trabalho irrefletido, egoísta ou isolado; com verdades relativizadas e sem absolutos; fragmentado e/ou multifacetado.

Através de pesquisas[9] foi possível constatar uma cultura de competitividade entre igrejas, entre que pastores e lideranças, que se acirram cada vez mais por crescimento e com uma espécie de lema: “a minha verdade é o meu método”. O que é verdade para uns, não precisa, necessariamente, ser verdade para outros. Ninguém detém a verdade; cada um estabelece “sua verdade”, assinalando, pois, o retrocesso na história e na forma de pensar, como no livro do Juízes: “Naquele tempo não havia rei em Israel, e cada um fazia o que bem queria” [10].  O momento histórico de Juízes parece até pós-moderno.

É possível considerar que a intenção do autor de Juízes (a tradição diz ser Samuel – incerta), é finalizar seu livro com um versículo que dá a ideia da falta de um rei e suas implicações na vida das pessoas, pois um rei estabelece decretos, institui liderança e estipula objetivos. Se hoje a liderança é pós-moderna, se misturam as várias ideologias, interesses de grupos e de classes sociais – não há referências reguladoras.

Se pudéssemos dividir a história, seria mais ou menos assim:

“Na pré-modernidade Deus governa – Na modernidade o homem governa – Na pós-modernidade todo mundo governa.”

Não é possível renunciar ao princípio ético bíblico, pois é dever continuar ser sal e luz, ou seja, fazer a diferença – sempre. Se há uma crise de valores éticos e morais na sociedade, isso não deve ser comum e natural aos cristãos.

Pensando no princípio hermenêutico, no que diz respeito à interpretação bíblica, o ministro, não deve interpretar a bíblia do ponto de vista particular e subjetivo, sem considerar regras e normas concernentes à hermenêutica (gramática, história, cultura, política, economia de época). Nesse sentido, infelizmente, constatamos que por causa da falta de observância desses princípios por parte daqueles que exercem o ministério pastoral, muitos passaram a viver as suas vidas cristãs irrefletidamente, sem compromisso com os valores do Reino de Deus, sem princípios, sem bom testemunho e sem alcance na comunidade.

CONSCIENTIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO

As cidades estão relativizadas, individualizadas e privatizadas, talvez mais do que se imagina.

Muitos pastores que exercem seus ministérios nas cidades, portanto, mais próximos do contexto do pós-moderno e do caos, não sabem ou não se preocupam com os perigos que afetam diretamente seus ministérios, a igreja, a pregação bíblica, a evangelização, missões e, sobretudo, o comportamento e posicionamento cristão.

Esse artigo tem, intencionalmente, o objetivo de conscientizar e mobilizar pastores, líderes, ministros e seminaristas, para o resgate do princípio bíblico, da reflexão, da pesquisa, do entendimento do momento histórico e suas implicações. A vocação dada por Deus para o ministério de apascentar as ovelhas do seu rebanho é essencialmente firmada no temor do Senhor, nos conceitos, valores e princípios cristãos, e por isso é necessário fundamentar a nossa teologia pastoral nestes tempos pós-modernos e de caos ressaltando a razão e a verdade “absolutas” contidas na infalível Palavra de Deus.

É quase uma obrigação a leitura da pós-modernidade e do caos, por parte dos pastores e líderes, ela deve crítica e cuidadosa. O teólogo Latino Samuel Escobar faz um comentário oportuno sobre o momento histórico em que estamos a viver:

“A mensagem de Jesus como único caminho é de pronto rejeitada, ou simplesmente é uma mensagem totalmente incompreensível pelas mentes pós-modernas. Se você for explicar a um universitário uruguaio as evidencias da ressurreição de Jesus Cristo, o que você vai receber é uma risada gozadora e cínica, ou um simples sacudir de ombros, enquanto se afasta dando não com a cabeça, como que dizendo ‘e que me importa’.” [11]

A pressão sobre o ministério já existe.  A cultura do banal, do fútil, do individualismo e do relativismo ético-moral, certo está sendo tido como errado; e o errado, tido como certo.  Portanto, se há um chamado, uma vocação ou uma separação para o ministério, se faz necessário também haver um compromisso com o reino de Deus até o fim. Pastorear com dedicação, seriedade, reflexão e fidelidade aos princípios das Sagradas Escrituras.

IGREJA CENTRADA

Há livros teológicos que tratam especificamente sobre os fundamentos bíblicos da igreja. São obras importantes, mas nem sempre contêm ajuda prática. Os outros tipos de obras abordam modelos de Ministério. São obras úteis em alguns aspectos, mas com praticidade limitada.

O livro Center Church[12] – Igreja Centrada, título em português, pode ser uma ferramenta muito útil para reflexão. Timothy Keller é pastor em um contexto caótico, perigoso e pós-moderno, Nova York – EUA, ele nos oferece através de seu livro boas reflexões e questões desafiadores.

Foi possível perceber em Center Church que a proposta do livro é a prática, Timothy Keller nos dá suporte teológico, e ajuda a encontrar formas eficazes de fazer o ministério. A ideia é nos fazer pensar numa filosofia de ministério que se encaixa em nosso contexto e nosso tempo. Timothy Keller nos oferece em Center Church o que ele chama de “middleware” – Que atua como um aglutinador, ou mediador entre extremos (em geral) independentes.

Em Igreja Centrada (título em português), a Igreja deve preencher o espaço entre fundamentos doutrinários e formas de “como fazer” do Ministério. O grande desafio do ministério é saber levar o Evangelho para uma determinada configuração cultural e seu momento histórico. Isto é algo mais prático do que ensinar apenas doutrinas. É muito mais teológico do que “siga esses passos”.

Para muitos [de nós] ministros falta a visão clara, articulada e realizada. O estilo de “copiar e colar” que muitos adotam é ineficaz. Isso acontece porque o que trabalha em São Luís, São Paulo ou no Sul do Brasil não precisa exatamente do que é necessário em Nova York. Em geral precisamos de um estilo de ministério que se encaixa em nosso contexto com nosso povo. Mas isso significa que é essencial pensar através das bases doutrinais e do contexto cultural.

São três as dimensões de uma visão teológica-ministerial, usadas por Keller: Evangelho; Cidade; Movimento.  Evangelho: Para transformar a cultura ao nosso redor, precisamos pregar evangelho único e verdadeiro. Cidade: As cidades – zonas urbanas, influenciam a nossa cultura e estabelecem, negativamente ou positivamente, a maneira como o trabalho pastoral é feito. Movimento: A igreja precisa ser missionária, mobilizada e plantadora de novas igrejas. Essas três dimensões nos fazem pensar em renovação contínua da prática do Evangelho em nossas igrejas. É possível manter a doutrina e ao mesmo tempo tocar os corações das pessoas levando-as ao arrependimento, alegria e desenvolvimento espiritual.

O desafio é desenvolver um método urbano biblicamente equilibrado e contextualizado. Fazer algo intencionalmente contextualizado sem levar em conta a doutrina é ineficaz. O inverso é verdadeiro. Lembremo-nos do que disse Daniel Salinas – Teólogo Latino: “Para o pós-modernismo a única verdade é que não existe verdade.”[13]

Para Keller todos precisam de uma teologia abrangente para a cidade. Porque o mundo está a caminho de tornar-se 70% urbana, todos nós precisamos de uma visão teológica urbana – Mesmo se você não vá para a cidade a cidade vem até você. É fato que a TV e a Internet são propagadores de renovação, e isso alcança qualquer pessoa que tenha acesso a esses meios.

Sem uma visão clara de ministério urbano não será possível responder as perguntas que as cidades e comunidades estão fazendo. Portanto, não será possível pregar eficazmente o evangelho para as pessoas. Por isso, faz-se necessário levar a atenção para as especificidades da vida dentro da igreja, que é cidade e comunidade, literalmente. Todos os ministros deveriam considerar a adoção de uma filosofia ministerial que orienta a igreja e seus líderes para fora da igreja, do interior para o exterior. Conectar as pessoas na igreja com evangelismo, comunhão e justiça social, é chave para um desenvolvimento eficaz e saudável da igreja. Esta é uma visão teológica-ministerial abrangente segundo Keller. Algo interessante a considerar é que Keller em Center Church não nos diz como fazer o ministério. Timothy Keller é bem sucedido em Manhattan, mas diz que ainda está aprendendo a fazer o ministério. Como ele, precisamos buscar ferramentas adequadas para desenvolver a nossa própria filosofia de ministério que seja eficaz e culturalmente relevante. Isto é sem dúvida um exercício constante e que demanda esforço, disposição, coragem e boa dose de vontade com relação à cidade que estamos onde se ministra.

Nós, brasileiros, pastores, líderes, missionários, urbanos, precisamos de uma ampla visão teológica que liga a doutrina evangélica clássica para holística e uma vibrante expressão de ministério, particularmente no contexto globalizado e pós-moderno. Empenhamos muito esforço para traduzir crenças teológicas em ministério frutífero nos lugares que somos chamados a alcançar. Não basta simplesmente saber no que acreditar (teologia) ou, por outro lado, como fazer o ministério (metodologia), precisamos de algo entre os dois. Precisamos pensar sobre o ministério em uma cultura que não acredita mais que o cristianismo é uma força para o bem, e muito menos a origem da verdade revelada na pessoa de Cristo.

Para concluir, proponho que, nós pastores, líderes, ministros, missionários, professores de teologia e seminaristas adotemos uma conduta que:

  1. Persevere em pregar o evangelho da graça de Jesus Cristo que muda tudo; nossos corações, nossa comunidade, nossa cidade, o mundo.
  2. Faça uso de uma abordagem positiva para a nossa cultura – aprendermos a afirmar que as cidades são maravilhosas, estratégicas e carentes do evangelho.
  3. Evite construir nossa própria tribo – melhor é buscarmos a prosperidade e a paz da nossa cidade no meio do caos – sermos conduzidos pelo Espírito Santo nesse desafio.
  4. Busque, sistematicamente, avaliar a influência do trabalho ministerial, nos momentos históricos, sejam eles pós-modernos, contemporâneos, caóticos, perigosos, etc.
  5. Avalie, periodicamente, o trabalho ministerial, não só com base nos resultados numéricos, mas principalmente no crescimento de caráter dos cristãos por nós liderados.
  6. Mensure, anualmente, em sua área de abrangência, a influência social e teológica da igreja, nas cidades e/ou comunidades.
  7. Se renove, a medida do possível e do necessário.
  8. Que não renuncie aos princípios e valores bíblicos em detrimento da renovação. Especialmente o ensino teológico.
  9. Busque o bom senso e equilíbrio nas motivações de crescimento da igreja.
  10. Priorize relevância nos trabalhos ministeriais e eclesiásticos.
  11. Envolva a igreja e ministros na Grande Comissão.
  12. Glorifique a Deus, desperte a igreja e salve pessoas.

BIBLIOGRAFIA

CAVALCANTE, Márcio Albino – Geógrafo da UEPB.

SALINAS, Daniel & SCOBAR, Samuel. Pós-modernidade: novos desafios à

fé cristã. São Paulo: ABU, 2002.

SANTOS, Jair Ferreira dos. O que é pós-moderno. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense,

1986.

GRENZ, Stanley, Pós-Modernismo: Um Guia para Entender a Filosofia do

Nosso Tempo.

BENTON, John. Cristãos em uma sociedade de consumo. São Paulo: Cultura

Cristã, 2002.

EDWARD VEITH, JR. Gene. De todo o meu entendimento – pensando como

cristão num mundo pós-moderno. São Paulo: Cultura Cristã, 2006.

SALINAS, Daniel & SCOBAR, Samuel. Pós-modernidade: novos desafios à

fé cristã. São Paulo: ABU, 2002.

FISHER, David. O pastor do século 21. São Paulo: Vida, 1999.

PEREIRA, Sandro. Pesquisas de pós doutorado em teologia prática, 2020 – 2021 – Universidad Latinoamericana e del Caribe

BÍBLIA.  Nova Versão Internacional.

ESCOBAR, Samuel. Desafios da Igreja na América Latina. História, Estratégia

e Teologia de Missões. Ed. Ultimato, 1997.

KELLER, Thimothy. Igreja Centrada. São Paulo: Vida Nova, 2014

SALINAS, Daniel & SCOBAR, Samuel. Pós-modernidade: novos desafios à

fé cristã. São Paulo: ABU, 2002.


[1] CAVALCANTE, Márcio Albino – Geógrafo da UEPB.

[2]SALINAS, Daniel & SCOBAR, Samuel. Pós-modernidade: novos desafios à fé cristã. São Paulo: ABU, 2002.

[3]SANTOS, Jair Ferreira dos. O que é pós-moderno. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1986.

[4] GRENZ, Stanley, Pós-Modernismo: Um Guia para Entender a Filosofia do Nosso Tempo.

[5]BENTON, John. Cristãos em uma sociedade de consumo. São Paulo: Cultura Cristã, 2002.

[6]EDWARD VEITH, JR. Gene. De todo o meu entendimento – pensando como cristão num mundo pós-moderno. São Paulo: Cultura Cristã, 2006.

[7]SALINAS, Daniel & SCOBAR, Samuel. Pós-modernidade: novos desafios à fé cristã. São Paulo: ABU, 2002.

[8]FISHER, David. O pastor do século 21. São Paulo: Vida, 1999.

[9] Pesquisas para tese de doutorado em teologia – Sandro Pereira, 2011 – 2016, Seminário teológico Servos de Cristo, São Paulo.

[10] Juízes 21.25 – Bíblia Nova Versão Internacional.

[11]ESCOBAR, Samuel. Desafios da Igreja na América Latina. História, Estratégia e Teologia de Missões. Ed. Ultimato, 1997.

[12]KELLER, Thimothy. Igreja Centrada. São Paulo: Vida Nova, 2014

[13]SALINAS, Daniel & SCOBAR, Samuel. Pós-modernidade: novos desafios à fé cristã. São Paulo: ABU, 2002.

Sandro Pereira
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