RESUMO

A cosmovisão é sem dúvida um dos temas mais comentados da atualidade e de forma inevitável tem sido explorada e compreendida em diversos setores do estudo e conhecimento. Os pressupostos e a maneira como enxergamos o mundo ao nosso redor nos define em um aspecto geral e orienta basicamente todos os processos criados para replicação da forma como entendemos o universo. Existe uma necessidade da abordagem da cosmovisão em seus diversos relacionamentos multilaterais especialmente com a educação teológica. A teologia em seu objetivo primordial visa a compressão das coisas a respeito de Deus e a educação teológica tem sua finalidade na aplicação de modelos instrucionais para orientação sobre esse conhecimento. Uma cosmovisão baseada em pressuposições teológicas resulta em maneiras práticas, sistemáticas, históricas e bíblicas de propagação ou ensino do conhecimento sobre Deus e consequentemente a obtenção de respostas para questões importantes e cruciais que regem e definem a humanidade.

PALAVRAS-CHAVES

Cosmovisão, educação, teologia

  • INTRODUÇÃO

A cosmovisão é um dos temas mais abordados da atualidade e por ser um ramo de estudo matricial é contemplada em diversas vertentes dos conhecimentos que regem a maneira como enxergamos e desenvolvemos basicamente tudo em nossas vidas. Não poderia ser diferente com a educação ou com o processo educacional que desdobramos na formação das diversas áreas da humanidade e sociedade independente do fim específico.

Existe uma necessidade em olhar com mais precisão a aplicação da cosmovisão em seu relacionamento com a educação teológica de modo geral, pois, todos os conceitos educacionais, técnicas, currículos, métodos são de fato norteados por uma cosmovisão.

A compreensão obtida pela análise das motivações e origens de todos os aspectos de um processo educacional é determinante inclusive para definirmos a legitimidade e integridade da ideia central desse processo.

Num contexto em que modelos educacionais teológicos tem sido relativizados e sofrido interferências filosóficas ou até mesmo ideológicas, é de suma importância o entendimento da visão macro norteadora de todos os modelos educacionais aos quais somos expostos especialmente a educação teológica que trata basicamente do conhecimento sobre Deus como revelação que define e estabelece o propósito e destino da sua criação.

  • O QUE É COSMOVISÃO?

SOBRE O CONCEITO

Antes de falarmos sobre o conceito de cosmovisão, precisamos frisar que esse tema é abordado em diversas vertentes do conhecimento e estudo como ciências naturais, filosofia e teologia.

É também um assunto com diversos representantes e seus conceitos dentro de cada uma dessas áreas. Até mesmo o próprio conceito de cosmovisão pode partir de uma cosmovisão[1]. O objetivo da abordagem a seguir é o escrutínio de uma visão de mundo oriunda da teologia como referencial educacional.

A COSMOVISÃO E EXISTÊNCIA

O conceito de cosmovisão se entrelaça com a origem do pensamento e do ser humano. A própria percepção da existência é um ponto de partida para o desenvolvimento de uma cosmovisão e nesse sentido constatamos que o fato de sabermos que algo existe, não nos dá necessariamente ferramentas para sabermos ou reconhecermos o que de fato é esse algo[2]. Logo notamos que as definições, conceitos e pressuposições sobre a existência de algo (quantificável ou não) geram cosmovisões ou uma visão macro sobre a substância, composição e constituição de basicamente tudo em nosso mundo.

Que é então uma cosmovisão? Essencialmente, cosmovisão é um conjunto de pressuposições (suposições que podem ser verdadeiras, parcialmente verdadeiras ou totalmente falsas) que sustentamos (consciente ou subconscientemente, consistente ou inconsistentemente) sobre a constituição básica de nosso mundo.[3]

Uma das abordagens de cosmovisão mais discutidas e polêmicas da história está ligada justamente ao conhecimento da origem, manutenção e desenvolvimento de todas as coisas que existem e nesse ponto temos pelo menos duas grandes pressuposições sobre o assunto:

Criacionismo e ordem

Deus, um ser divino não criado, eterno e dotado de atributos é o criador e mantenedor de todas as coisas existentes, visíveis e invisíveis. Absolutamente tudo e em todos os tempos, dimensões e aspectos está sob seu controle, tudo foi criado em ordem e com propósitos específicos.

O criacionismo é uma premissa que permeia a realidade desde os primórdios da humanidade, apesar de estar ligado de forma direta a religião em seu desenvolvimento histórico, tem servido como resposta para diversas inquietações dos homens por milênios.

A principal dificuldade apresentada nessa abordagem é a impossibilidade de observação cientifica e quantificação definitiva e completa de Deus, por isso, a afirmação que Ele não pode ser compreendido, observado ou quantificado em sua totalidade, mas que a nossa capacidade de compreende-lo sempre será limitada conforme SPROUL:

Historicamente, o primeiro empreendimento para os teólogos sistemáticos é o estudo da incompreensibilidade de Deus. À primeira vista, esse empreendimento parece contraditório: como podemos estudar algo que é incompreensível? Entretanto, esta busca faz sentido quando compreendemos que os teólogos usam a palavra incompreensível de uma maneira mais restrita e mais precisa do que é usada no falar cotidiano. Falando teologicamente, incompreensível não significa que não podemos saber nada a respeito de Deus, mas, em vez disso, que o nosso conhecimento a respeito dele sempre será limitado.[4]

Caos, naturalismo e evolucionismo

O universo e o cosmos vieram a sua auto concepção e existência por um acaso ou uma série de fatores e eventos aleatórios e caóticos. Não ouve um padrão de planejamento ou iniciação provocada por um agente externo consciente. Desde a sua auto concepção todos os componentes que formam o cosmos e a vida seguem um padrão de expansão e desenvolvimento autônomo.

A concepção de um universo não criado, mas já existente e autônomo é algo relativamente moderno em relação ao criacionismo. Foi um movimento consolidado em 1920[5] que se difundiu estabeleceu uma das principais teorias cientificas de origem do universo.

A partir de um desses dois grandes blocos de cosmovisões formaram-se durante a história processos que visam estabelecer uma ordem explicativa e instrucional para consolidar uma posição em relação a origem e existência de tudo.

  • UMA BREVE ABORDAGEM SOBRE EDUCAÇÃO TEOLÓGICA

A educação teológica geralmente tem dois aspectos a serem considerados: o primeiro e mais prático diz respeito ao processo educacional conduzido por instituições de ensino visando o preparo para o desenvolvimento de uma função religiosa ou eclesiástica[6].

O segundo considera implicações, aplicações e instruções sobre todo conhecimento de Deus baseado em sua revelação escriturística por abordagens práticas, históricas, sistemáticas e bíblicas. O principal “objeto” da educação teológica é Deus e o objetivo é o conhecimento sobre Ele em diversos aspectos SPROUL:

Teologia é uma palavra muito abrangente. Refere-se não somente a Deus, mas a tudo que Deus nos revelou na Escritura Sagrada. Como parte da disciplina de teologia, há o estudo de Cristo, que chamamos “cristologia”. Teologia inclui também o estudo do Espírito Santo, que chamamos “pneumatologia”, o estudo do pecado, que é chamado “hamartiologia”, e o estudo das coisas futuras, que chamamos “escatologia”. Estas são subdivisões da teologia. Os teólogos também falam da “teologia propriamente dita”, que tem referência específica ao estudo de Deus mesmo.[7]

O processo de educação teológica em geral não leva em consideração pressuposições baseadas no desdobramento histórico que deu origem as diversas denominações, linhas teológicas ou religiosas que conhecemos hoje.

A diretriz padrão que rege todo ou qualquer processo educacional teológico é a premissa de que há uma Divindade (em alguns casos divindades) suprema, criadora e mantedora de tudo que há, sobre a qual há uma necessidade de busca, aprendizado e ensino para o entendimento de quem ele é segundo SPROUL:

Deus tem revelado claramente sua existência a toda criatura na terra; todas as pessoas sabem que ele existe, quer admitam isso ou não. Entretanto, precisamos ir além de saber que Deus existe, e chegar a um entendimento mais profundo de quem ele é – seu caráter e natureza – porque nenhum aspecto da teologia define todos os outros de modo tão abrangente quanto o nosso entendimento a respeito de Deus. De fato, somente quando entendemos o caráter de Deus, podemos entender todas as outras doutrinas corretamente.[8]

Uma vez estudando-se e sendo entendido quem Deus é a partir do que foi revelado e permitido conhecer, podemos compreender também todas as doutrinas subsequentes no desenrolar do ensino teológico, a saber, de onde vem tudo que existe? de onde viemos? quem somos e qual o nosso propósito e destino? A resposta para cada uma dessas perguntas leva diretamente a origem de tudo e por consequência a pressuposição macro assumida para dar uma resposta ou ensinar sobre o assunto a partir da teologia. Essa pressuposição macro pode ser definida em padrões lógicos e sequenciais de narrativas, eventos ou fatos conforme SIRE:

A cosmovisão não é uma estória ou um conjunto de pressuposições, mas pode ser expressa dessa maneira. Ao refletir sobre de onde eu e toda a raça humana viemos ou para onde a minha vida ou a humanidade é conduzida, minha cosmovisão está sendo expressa como uma estória. O naturalismo, com seu padrão de big bang; a evolução do cosmo; a formação das galáxias, sóis e planetas; o aparecimento da vida sobre a terra e o seu eventual desaparecimento à medida que o universo envelhece, é uma estória-mestre. O niilismo é uma estória-mestre, quem sabe um conto cheio de som e fúri narrado por um idiota significando nada, mas uma estória-mestre apesar de tudo. O cristianismo, com seu padrão de criação, queda, redenção glorificação, é uma narrativa mestre. Vejo a minha vida e a vida dos outros como minúsculos capítulos nessa estória-mestre. O significado dessas pequenas estórias não pode ser dissociado da estória-mestre, mas parte desse significado é proposicional. Quando, por exemplo, pergunto-me o que estou realmente assumindo sobre a realidade, o resultado é um conjunto de ideias que posso expressar em forma proposicional.[9]

  • A COSMOVISÃO TEOLOGICA APLICADA NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL

Entender, explicar e ensinar sobre a origem, natureza e destino de tudo o que existe é uma carência e inquietação inevitável de todo ou qualquer ser humano. Buscando ter uma referência e base para o desenvolvimento da vida em todos os aspectos o homem precisa adotar uma visão macro sobre a qual irá constituir todas as afirmações que irá viver e replicar. Nesse sentido há uma necessidade de controle a ser estabelecido para o desenvolvimento de um processo do estudo, compreensão e ensino a respeito da cosmovisão adotada.

O requisito de um processo educacional sólido é na verdade o domínio do assunto a ser transmitido e no caso de uma cosmovisão teológica a ideia é que o conhecimento que temos sobre o próprio Deus nos define segundo o que Ele nos revela sobre nós mesmos. Nesse caso, dependemos de fato do objeto de uma macro visão para entendermos até memo quem somos nesse processo conforme MADUREIRA.

Não bastasse a irredutível superioridade de Deus, dependemos também do conhecimento que ele tem de nós para nos conhecermos. Qualquer conhecimento verdadeiro que possamos ter de nós mesmos será sempre fruto de revelação, e não de mera inteligência.[10]

A cosmovisão baseada em pressupostos teológicos é de fato uma abordagem completamente diferente de vários outros ramos de estudo e educação existentes, pois, não há qualquer possibilidade de exaustão e conhecimento completo do objeto de estudo e ensino conforme SPROUL:

Podemos ter um conhecimento significativo e assimilável de Deus, mas nunca podemos, nem mesmo no céu, ter um conhecimento exaustivo de Deus. Não podemos compreender totalmente tudo que ele é[11]

  • OS PROBLEMAS E DESAFIOS DA EDUCAÇÃO NO ESCOPO DE UMA COSMOVISÃO TEOLÓGICA

Podemos destacar pelo menos dois problemas relacionados a cosmovisão educacional teológica: o primeiro é a distinção equivocada entre teologia e ciência.

O segundo problema são os desdobramentos da própria teologia que resultaram em fé versus razão. Abordaremos em detalhes sobre cada um desses problemas a seguir:

As controvérsias entre teologia e ciência

A discussões que envolvem teologia versus ciência são antigas e tem suas origens em movimentos como o renascimento e iluminismo. Essas duas grandes revoluções entre os séculos XIV e XVIII trouxeram o foco e a luz para filosofia, ciência e humanidade negando qualquer tipo de estudo para estabelecer explicação, compreensão e ensino de qualquer coisa por meio da religião ou teologia.

O mais intrigante é que a própria teologia no desenvolvimento histórico e principalmente no escopo do iluminismo ganhou termos em grego para designação de diversas ciências e disciplinas relacionadas a Teologia e ensino como a homiléca[12].

Historicamente a definição da própria ciência como “conhecimento” nos mostra que na verdade não há uma separação prática entre teologia e a própria ciência, uma vez que a teologia é a busca pelo conhecimento das coisas sobre Deus.

Teologia é uma ciência. Muitos discordam veementemente e afirmam que há um grande abismo entre ciência e teologia. A ciência, eles dizem, é aquilo que aprendemos por meio de inquirição e investigação empírica, enquanto teologia brota de pessoas inflamadas por emoções religiosas. Historicamente, porém, a teologia sistemática tem sido entendida como uma ciência. […] A palavra ciência vem da palavra latina que significa “conhecimento”. Os cristãos acreditam que, por meio da revelação divina, temos conhecimento real de Deus. Teologia não poderia ser chamada corretamente de ciência se o conhecimento de Deus fosse impossível.  busca por conhecimento é a essência da ciência. A ciência de biologia é uma busca para obter um conhecimento das coisas vivas; a ciência de física é uma tentativa de obter conhecimento sobre coisas físicas; e a ciência de teologia é uma tentativa para obter um conhecimento coerente e consistente de Deus.[13]

As controvérsias entre fé e razão

Essa discussão entre fé e razão é mais antiga e remonta ao século IV, mas dentro de uma linha lógica de abordagem está dentro do plano teológico. Pois as questões entre fideísmo e naturalismo não negam o estudo, compreensão e ensino sobre o conhecimento de Deus, mas se desenvolveram a partir de uma mesma cosmovisão teológica.

O fideísmo (fé) dentro da proposta teológica nega toda ou qualquer necessidade de conhecimento formal ou cientifico para o alcance do objetivo do conhecimento de Deus.

O naturalismo (razão) em contrapartida afirma que a compreensão sobre as coisas de Deus só pode ser viável por meio de diretrizes que contemplem um estudo natural e cientifico, nesse caso a fé é insuficiente e insubstancial para o conhecimento de Deus.

Ao compreendermos esses dois pensamentos tão opostos, mas derivados da teologia, conseguimos conceber algo parecido com a questão da teologia e ciência, um meio termo em certa medida chamado por Madureira de Inteligência Humilhada:

Nenhum dos dois. Meu ponto de partida é dispor o conceito de inteligência humilhada entre dois extremos, o fideísmo e o racionalismo, reconhecendo que, em certa medida, ele seria um meio-termo entre os dois. Para tanto, quero primeiro apresentar, em linhas gerais, os conceitos de fideísmo e de racionalismo, a fim de, logo em seguida, contrapô-los ao conceito de inteligência humilhada. O que é fideísmo? O termo vem do latim fide, que significa “fé”. Em geral, o fideísmo é caracterizado pela negação — ou talvez pela tentativa de negação — de qualquer evidência, fundamento ou argumento racional que possa servir de garantia ou aval para o conhecimento de Deus. Nega-se, por conseguinte, que a compreensão da realidade divina seja mero fruto da racionalidade, visto que essa realidade é apreendida apenas por um exercício de fé ou por um “salto de fé”. Segundo o filósofo José Ferrater Mora, “fideísmo é a doutrina que sustenta a impotência da razão para alcançar certas verdades e a consequente necessidade de introdução da fé”.2 O fideísta é, portanto, aquele que defende o ponto de vista de que a fé é suficiente para garantir ou avalizar o conhecimento de Deus Em suma, deixa-se de lado a razão e prioriza-se a fé. Em contrapartida, o que é “racionalismo”? O termo vem do latim ratio, que significa “razão”. Ao contrário do fideísta, o racionalista é aquele que se esforça para encontrar razões, evidências ou indícios que sirvam para fundamentar o conhecimento de Deus. Nas palavras de Ferrater Mora, “‘racionalismo’ é o nome da doutrina cuja única faculdade adequada ou completa de conhecimento é a razão, de modo que todo conhecimento (verdadeiro) tem origem racional”.3 Ou seja, a fé não é necessária para o conhecimento. Aliás, para os racionalistas, a fé é

algo subjetivo e, por isso, não passa de uma questão de foro íntimo. Assim não se pode pensar na aquisição ou apreensão de qualquer conhecimento verdadeiro de Deus com base meramente na fé.[14]

A proposta mais adequada entre esses dois extremos é na verdade o equilíbrio que posiciona a inteligência ou razão de modo a estar sujeita a própria essência da teologia e não ser negada ou abolida no processo de estudo, compressão e ensino teológico.

Podemos constatar que a grande questão dessas controvérsias está justamente em suas origens ou a visão macro que as orienta. Devido a isso, a cosmovisão teológica encontra seus desafios a medida em que primeiramente a Divindade é negada como início e fim supremo de todas as coisas e de outro modo em uma perspectiva de aceitação quando Deus é compreendido entre os extremos da fé ou da razão.

Em ambos os casos o processo educacional considerando o estudo, compreensão e ensino das coisas a respeito de Deus torna-se um alvo de negações ou até mesmo deturpações do modo como o conhecimento sobre Ele deveria ser abordado.

Os reflexos de uma cosmovisão baseada em um dos extremos citados são as diversas linhas teológicas ramificadas de um único pressuposto macro: Deus. Atualmente temos processos educacionais baseados em ambas as pressuposições como teologia liberal (inferiorização da fé) ou negacionismo (inferiorização da razão e ciência). São modos de pensar que encontramos de estruturados currículos de ensino em academias até uma simples troca de informações por uma conversa.

  • CONSIDERAÇÕES FINAIS

A relevância de compreendermos cosmovisão, teologia e educação está simplesmente relacionada aos cuidados necessários com estudos e processos de ensino e aprendizagem que contemplem a valorização de uma teologia saudável e livre de pressupostos extremados.

Constamos que uma cosmovisão teológica macro pode dar origem a alguns sub conceitos que prejudicam um estudo e ensino sólido a partir das necessidades do conhecimento de Deus.

Uma abordagem coerente sobre o conhecimento de Deus é de suma importância por estar relacionado não somente a origem de tudo, mas também a própria concepção de quem somos como parte desse processo de estudo, aprendizagem e ensino.


[1] SIRE, James W. Dando Nome ao Elefante. Brasília, Distrito Federal: Editora Monergismo, 2012, edição Kindle, cap. I

[2] Ibid., edição Kindle, cap. I

[3] Ibid., edição Kindle, cap. I

[4] SPROUL, R. C. Somos todos teólogos: uma introdução à teologia sistemática. São Paulo: Fiel, 2017. edição Kindle, cap. IX

[5] STEINER, João E., Victor Hugo. A origem do universo. Scielo, s.d. Disponível em: << https://www.scielo.br/j/ea/a/L4Cn5NyczfTBhdxTDsr4Kng/?lang=pt>. Acesso em: 10 nov. 2022.

[6] LOPES, Augustus Nicodemus. Educação Teológica Reformada: motivos e desafios. Fides Reformata, [s. l.], Volume IV, Número 02, p. 1-17, 2004.

[7] SPROUL, R. C. Somos todos teólogos: uma introdução à teologia sistemática. São Paulo: Fiel, 2017, edição Kindle, cap. I

[8] SPROUL, R. C. Somos todos teólogos: uma introdução à teologia sistemática. São Paulo: Fiel, 2017, edição Kindle, cap. IV

[9] SIRE, op. cit., p. Kindle, cap. VII

[10] MADUREIRA, op. cit., p. Kindle, cap. I

[11] SPROUL, op. cit., p. Kindle, cap. IX

[12] REIFLER, Hans Ulrich. Pregação ao Alcance de todos. São Paulo: Vida Nova, 1993.

[13] SPROUL, op. cit., p. Kindle, cap. II

[14] MADUREIRA, op. cit., p. Kindle, cap. I

Fabricio Rodrigues

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